...so many were left behind.
Gostava de saber o que escrever. Gostava de saber as palavras exatas que quero escrever aqui, mas não sei. Como muitas vezes na minha vida, não sei o que fazer. Felizmente hoje te tenho a ti. Não para me dizeres o que fazeres, mas para me ajudares a decidir.
Acho que o que importa, é que ao fim destes 26 anos e poucos meses tenho um rumo. Tenho uma vida que está prestes a arrancar e desenvolver. Para isso, muitos passos foram tomados, muitas rotas traçadas, muitos becos sem saída e mudanças de direção. O que importa é que todos os rumos levem a algum lado ou ensinem alguma, mesmo os sem saída. Esses ensinam-nos a mudar para não bater. Ensinam-nos que nem sempre as nossas escolhas são as melhores ou como queremos.
Tive um passado recheado de experiências. Recheado de ilusões e desilusões. De surpresas muito boas e muito más. E de outras que nem surpresa foram. Mas todas essas experiências me tornaram e ensinaram a ser a pessoa que sou hoje. Caramba, devia ter estudado mais >_>
Independentemente do resultado final, o que me importa agora é o futuro. Ao teu lado. O assumir de um compromisso, de um sentimento e de uma atitude. Espero que corra bem. Aliás, quero que corra bem!
Por tudo o que não deu certo quer na minha, quer na tua vida. Por todos os becos sem saída em que bati, às vezes devagar, outras vezes depressa demais. Por todas as mudanças de direção e por tudo o que já foi feito até agora, dito e prometido. Por ti. Por mim. Por nós.
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
quinta-feira, 25 de julho de 2013
sexta-feira, 22 de março de 2013
domingo, 27 de janeiro de 2013
Ontem...
...foi um dia muito mau.
Foi o dia em que descobri que o tão amado cheeseburger do Macdonalds passou de 1€ para 1,25€.
O que aconteceu à segurança que os restaurantes Macdonalds nos transmitiam? O que aconteceu aos príncipios e valores transmitidos por uma cadeia de restaurantes que já alimentou milhões de pessoas e num passado não muito longe nos invadia a casa com anúncios do Manzarra a gabar o apenas 1€ necessário para comprar um cheeseburger?
Pois bem, parece que esses tempos acabaram, que a crise chega mesmo a todo lado e que uma moeda não mais chegará para um cheeseburger, mas apenas para um hamburguer. E sim, uma fatia de queijo faz toda a diferença!
Porque um homem tem direito a uma fatia de queijo!!!
Edit: A saga continua...hoje descobri que os 4 nuggets por 1€ já não incluem o molho. Somos obrigados agora a comer os nossos nuggets secos? Sem nenhum molho para acompanhar ou dar outro sabor? The world is lost...lost, i tell you!!
Foi o dia em que descobri que o tão amado cheeseburger do Macdonalds passou de 1€ para 1,25€.
O que aconteceu à segurança que os restaurantes Macdonalds nos transmitiam? O que aconteceu aos príncipios e valores transmitidos por uma cadeia de restaurantes que já alimentou milhões de pessoas e num passado não muito longe nos invadia a casa com anúncios do Manzarra a gabar o apenas 1€ necessário para comprar um cheeseburger?
Pois bem, parece que esses tempos acabaram, que a crise chega mesmo a todo lado e que uma moeda não mais chegará para um cheeseburger, mas apenas para um hamburguer. E sim, uma fatia de queijo faz toda a diferença!
Porque um homem tem direito a uma fatia de queijo!!!
Edit: A saga continua...hoje descobri que os 4 nuggets por 1€ já não incluem o molho. Somos obrigados agora a comer os nossos nuggets secos? Sem nenhum molho para acompanhar ou dar outro sabor? The world is lost...lost, i tell you!!
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
O que elas sabem sobre nós.
"Sabem que olhamos para as curvas dos corpos delas nos vestidos e imaginamos o que estará por baixo. Que as vamos descascando: camada a camada. Sonhando com a cor da lingerie que trazem no corpo. Se é vermelha, ou preta. Perdemos minutos a imaginar como será que o corpo se aguenta em toda aquela camisa de forças. Será que as ancas não gritam? Será que os seios não esperneiam? Assumimos que sim. Elas sabem disso. Quando as deixamos passar à nossa frente, ou lhes damos um jeitinho no meio da multidão, elas sabem que somos cavalheiros da nossa causa, à nossa maneira. Só lhes queremos sentir o perfume, ou procurar um eventual toque no corpo. Um motivo para meter conversa, ou para as apreciar noutros ângulos. Elas sabem disso. Sabem que conquistamos as amigas para as conquistar. Ninguém vence batalhas sozinho. Elas sabem disso. Elas sabem quem são os bons e quem são os maus. (Acreditem!) Apenas optam por escolher os maus mais vezes. Só se acerta uma vez na vida. E elas gostam de gastar as fichas todas de uma vez. Sabem quando temos alguém. Desconfiam. Desdobram-se em mil. Procuram respostas. Fazem inquéritos. Até que no fim, quando têm a certeza, nos martirizam. Elas sabem quando nos têm na mão. Fazem-se de despercebidas. Fazem-nos julgar invencíveis, os reis do mundo, os sultões dos bares. No entanto, elas sabem e deixam-nos passar por parvos. Elas sabem quando olhamos para outra, enquanto estamos na esplanada a beber café. Apanham-nos no nosso jeito atabalhoado de disfarçar. No auge do excesso de testosterona que nos torna em seres desajeitados. Sabem que fantasiamos com a vizinha, e imaginam que nós a imaginamos connosco no banho, na mesa da cozinha, ou no elevador. Elas sabem, e fazem-nos sofrer por isso: uma dor de cabeça aqui, um dia cansativo ali… Ou então, obrigam-nos a suar a vizinha para fora do nosso corpo. Obrigam-nos a entender o que temos em casa - que vale mais que a vizinha, que a rapariga do café ou que a colega de trabalho. Elas sabem como nos manipular. Sim, elas sabem. Elas sabem como nos domesticar. Mas também sabem como nos mimar. Sabem quando amuamos. Quando estamos a chocar uma gripe. Ou quando só tivemos mais um dia mau. Sabem quando desesperamos por um beijo. Quando procuramos um pouco de afecto. Elas sabem lidar com os nossos amigos. Sabem como os conquistar. Sabem qual é que era bom para aquela amiga que só tem olho para trastes. Sabem fazer-nos felizes. Sabem como nos deixar à beira de um ataque de nervos. Sabem que botões apertar para despertar um ataque de ciúmes. Sabem como nos obrigar a fazerem-se sentir desejadas. Elas sabem tudo. Sabem até que eu não fiz por mal quando comecei o texto a imaginar as curvas de cada uma delas a desfilar em lingerie, no meu quarto, ou em qualquer outro lugar. O que elas não sabem é que nós fazemos tudo para acertar. E damos tudo para nunca errar (embora errar seja humano)."
Escrito por PedRodrigues, aqui.
Não resisti, achei o texto bom demais e realista por demais. Enjoy.
Subscrever:
Mensagens (Atom)